Compartilhando de um ponto de vista critico periférico, sobre a sociedade em seu dia a dia.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
"Bandido bom é bandido morto" até que seja da nossa família, ou alguém conhecido.
Acompanhamos nesse final de semana, um vídeo onde mostra um assalto que terminou em morte, por uma ação surpreendente de um policial.
Sendo reto e claro sobre a frase mais postada no Facebook que é "Bandido bom é bandido morto", é comum o pessoal que trabalha e estuda concordar, mais essa concordância é até que seja alguém da família ou alguém próximo. Será que esse rapaz que tomou dois tiros não vai realmente fazer falta pra alguém? se a família sabe que ele estava no crime, quanto era a esperança da família de tirar o rapaz dessa vida do crime? será que ele teve oportunidades?
Se realmente eu penso em justiça e também penso em amor ao próximo, creio eu, que seria muito equivocado da minha parte, me alegrar com a morte do rapaz, pois o que eu fiz ou o que eu tenho feito pra mudar essa realidade? O grande problema é a facilidade que temos de julgar as pessoas e os fatos, e esquecermos de amar e valorizar o próximo.
A grande pergunta que fica, e se fosse algum familiar ou conhecido nosso, estaríamos nós dando risada e nos alegrando a cada clique no vídeo da morte do rapaz? Será que teríamos esperança(a menor que seja) do rapaz mudar de vida? Será que seriamos mesmo, melhor do que a família dele nas condições e no meio social em que ele foi criado?
"Bandido bom é bandido morto" até que seja da nossa família, ou alguém conhecido.
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